segunda-feira, 4 de junho de 2018

Sem Marília, Júlio Lossio é a esperança do 2º turno

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Cerca de 300 delegados do PT vão decidir se lançam ou não candidato próprio a governador
O senador Humberto Costa dá como certa a vitória do seu grupo na reunião do PT no próximo dia 10 para decidir se o partido terá ou não candidato próprio ao governo estadual. O senador tem conhecimento de que a militância sindical do partido torce por Marília Arraes. Mas tem o controle da burocracia partidária, especialmente depois que o ex-prefeito João Paulo deixou o partido. Sendo assim, teria a maioria dos cerca de 300 delegados que irão decidir esta parada, o que lhe daria o direito de disputar a reeleição na chapa da Frente Popular. Sem Marília na disputa, a esperança de segundo turno estará nas mãos do ex-prefeito de Petrolina, Julio Lossio, filiado à Rede de Marina Silva. Se ele obtiver pelo menos 10% dos votos dos eleitores que não querem votar em Paulo Câmara nem no senador Armando Monteiro, que são os dois principais competidores, pode levar a disputa ao segundo turno. 
O problema é que o partido de Lossio terá um tempo ínfimo de TV. Não tem sequer cinco representantes na Câmara Federal, o que vai deixar a própria Marina fora dos debates de televisão. Óbvio que se fala aqui sobre um cenário hipotético porque a derrota de Marília Arraes no cartório do PT ainda não se consumou. E, com ela no páreo, é grande a probabilidade de haver segundo turno. Sem ela só o ex-prefeito de Petrolina e sua bandeira “Pernambuco pode mais” pode garantir essa façanha.
A presença de Caruaru
O ex-prefeito de Caruaru, José Queiroz (PDT), está muito animado com a possibilidade de ser um dos candidatos a senador na chapa da Frente Popular. Ele crê que Paulo Câmara seguirá o mesmo exemplo de Miguel Arraes e Eduardo Campos, que venceram a disputa pelo governo estadual com um caruaruense na chapa, Jorge Gomes e João Lyra Neto, respectivamente.
Quem sairá? – Queiroz (PDT) já fez a parte dele para a hipótese de ser convidado a disputar uma vaga de senador. Reconciliou-se com o deputado Tony Gel (MDB) e está entendido com o grupo político da deputada Laura Gomes (PSB). O problema é que, para ser candidato a senador, Paulo Câmara terá que “rifar” Jarbas Vasconcelos (MDB) ou Humberto Costa (PT).
Informações Blog do Inaldo Sampaio

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