segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Três anos após a morte de Eduardo Campos, o PSB segue sem líder e dividido em PE

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Assinala-se neste domingo (13), em que se comemora o Dia dos Pais, o terceiro aniversário de morte do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que era também presidente nacional do PSB e candidato do partido a presidente da República.
A viúva Renata Campos e os cinco filhos do casal assistiram a uma missa na Igreja Matriz de Casa Forte, a primeira não celebrada pelo padre Edwaldo Gomes – orientador espiritual das famílias Campos e Arraes – que morreu duas semanas atrás.
Eduardo Campos morreu no dia 13 de agosto de 2014, ano da eleição presidencial, vítima de um acidente aéreo no litoral da cidade de Santos (PSB).

Depois de sua morte o partido ficou sem um líder nacional e, o que é pior, completamente dividido. O presidente Carlos Siqueira tem feito das tripas coração para manter a unidade do partido, mas não tem tido êxito.
Hoje, uma ala defende o apoio do partido ao governo Michel Temer e outra faz oposição. Os que defendem o apoio a Temer são liderados pelo vice-governador de São Paulo, Márcio França, o senador Fernando Bezerra (PE) e a líder da bancada na Câmara Federal, deputada Tereza Cristina (MS).
Já a ala que quer o partido distante do governo tem como principais expoentes o próprio presidente Carlos Siqueira e os deputados federais Tadeu Alencar e Danilo Cabral, da bancada pernambucana.
O governador Paulo Câmara (PE), embora seja o 1º vice-presidente do partido, mantém-se numa posição de equidistância, ou seja, não pode brigar com o governo federal porque depende de recursos da União para tocar diversas obras do seu governo.

Informações Inaldo Sampaio

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