segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Segurança das cidades do polo de confecções fica ainda mais comprometida com a diminuição de 60 policiais do 24° BPM

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Nos últimos dias uma notícia caiu como uma verdadeira bomba no Agreste Pernambucano, mas, precisamente entre as cidades que compõem o polo de confecções e estão na área do 24° BPM, o fato é que segundo informações repassadas na última quinta-feira pelos vereadores durante reunião na câmara de vereadores em Santa Cruz do Capibaribe o batalhão sofreu uma baixa de 60 policiais que foram transferidos e o problema que já era enorme no tocante a falta de segurança pode ficar ainda pior.

De fato o marketing do governo do estado é muito bom, porém, o povo não é bobo e sabe o que vem sentindo na pele, fruto de um governo inoperante e que tenta maquiar as coisas, outra informação que recebemos é que os cerca de 4000 mil policiais que estão sendo formados e em breve estarão nas ruas irão substituir outros 4000 mil que estão indo pra reserva, ou seja, não haverá aumento no efetivo e sim substituição.

Em algumas cidades como, por exemplo, Jataúba a falta de efetivo é comum, assim como as péssimas condições da viatura sem falar na delegacia que passa a maior parte do tempo fechada levando a população que carece de fazer um B.O. muitas das vezes ter que se deslocar a outras cidades, isso quando chegam e o sistema não está fora do ar.

De fato como diz o ditado estamos no mato sem cachorro, o que vemos diariamente é a população assustada com a insegurança, assaltos são comuns a luz do dia, e a população vive refém dentro das suas casas enquanto os bandidos estão soltos na rua, de fato é revoltante ver o governo do estado fingindo que está tudo bem e não assumindo a dimensão do problema.

Diante da diminuição do número de policiais no 24° BPM, chegamos à conclusão da falta de respeito e compromisso do governo do estado com a nossa região, mas, ano que vem tem eleições e certamente seremos bombardeados com um falso marketing de que ações foram feitas em prol da população, no entanto, o povo certamente dará a resposta nas urnas, muito se fala em sensação de segurança, mas, o que queremos de fato não é sensação e sim segurança de fato e de direito.


Jota Silva / Agreste No Ar

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