segunda-feira, 24 de julho de 2017

Eleições 2018; Fernando Haddad já é considerado o plano B do PT

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Dentro do Partido dos Trabalhadores a ordem era não pensar em plano B até esgotar as possibilidades da candidatura de Lula a presidente da República, porém desde a condenação dele pelo juiz Sergio Moro o entendimento é de que dificilmente o Tribunal Regional Federal da 4ª Região modificará a sentença a ponto de não haver condenação.
Lula e o PT já sentiram o baque da condenação de Moro, sobretudo quando foram bloqueados quase R$ 10 milhões do ex-presidente, cuja repercussão foi tão negativa quanto a sua condenação, pois a tese de Lula de que era pobre e estava sendo perseguido pelo juiz caiu por terra com dados comprobatórios de que o ex-presidente tinha culpa no cartório.
Com uma rejeição elevadíssima, Lula caminha para se inviabilizar, porém o PT precisa defender seu legado e o próprio legado de Lula. Quem se dispõe a votar em Lula mesmo com todas as evidências negativas  em torno dele certamente votaria num candidato apoiado por ele. Este nome seria o do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, que foi um bom ministro da Educação e governou uma cidade complexa por quatro anos.
Haddad dificilmente venceria a eleição, mas se tornaria um nome nacional e que dependendo do resultado poderia se consolidar para pleitos futuros, sobretudo quando sabemos que a política é cíclica e do mesmo jeito que o ciclo de poder do partido se exauriu, em duas ou três eleições pra frente o nome apresentado pelo PT teria boas chances de vitória.
A candidatura de Haddad cumpriria o seu papel, pois demarcava o espaço do PT, forjava um novo quadro e preservaria Lula de um possível vexame eleitoral que tiraria do ex-presidente a condição de líder popular que saiu com 80% de aprovação e venerado por quase toda a população brasileira.
Informações Edmar Lyra

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